quinta-feira, 31 de julho de 2008

Pensamento do dia:

Se Line pudesse comprar algo (por mais caro que fosse), compraria inteligência ou conhecimento para entender um pouco mais de Química, Inglês, Física e Computador.

Fica péssima quando é limitada por não saber das coisas.

Pensamento decisivo:

Certa vez ouvi que mulher escolhe homem igual escolhe roupa:

"Olha de longe, olha de mais perto, olha de perto, olha bem de perto, acaricia, apalpa, aperta, experimenta, experimenta de novo pra ter certeza e leva pra casa justo o que não combina com nada."

To bem então, percebi que começo a organizar melhor meu guarda-roupa e que tenho usado roupas em harmonia. Só espero que meu coração (e o dele?) entre em sintonia.

Momento nostalgia ao ver algumas fotos:

O que Line mais sente falta é de perturbar ele, pois perturbando-o, recebia em troca os mais sinceros risos e sorrisos.



Blá blá blásss :

Conversa com a Vovó dia desses em S.P.:

Line: - Dá até desgosto comprar roupa, sapato, perfume, maquiagem e ficar toda arrumadinha. Ta cheio de boiola no mundo!
Vovó: - Não fala assim filha, os coitadinhos não têm culpa de nascer assim!
Line: - Que? Eles não nasceram assim, o mundo transformou eles nisso.
Vovó: - Ahh, dá no mesmo, você me entendeu.
Line: - Entendo! Agora vê se me entende: se já não existia homem que prestava no mundo, com a febre boioles de hoje em dia não tem sobrado nem os ruins. O negócio é ficar sozinha mesmo.
Vovó: - Não fala isso, você é nova. Ficar sozinha é tão ruim.
Line: (silêncio – tristeza) (a vovó é viúva a mais de 25 anos)


Conversa com a Tia Maria, dia desses em S.P.:

Tia: - A Juliana precisa mudar se quiser que algum homem leve ela a sério.
Line: - Eu mudei tanto pelo Nan, por coisas que ele me abriu os olhos... Mas eu só mudei porque vi que estava errada.
Tia: - Eu sei que você mudou e me admiro. Pra alguém mudar você, só por amor mesmo.
Line: – (silêncio –olhar para o chão) É, o Nan não é uma pessoa fácil, eu sempre disse isso pra ele, desde o começo.
Tia: - Você também não é uma pessoa fácil Line?!
Line: - É tia, mas a diferença é que eu sou maleável...

terça-feira, 22 de julho de 2008

Passado

Tah pensando o que? Já fui das baladas!!! A muito tempo atrás eu tinha um companheiro pé de valsa (que de valsa nada sabia) que descia até o chão e que dançava até o fim da noite comigo. Aí a gente resolveu somar 1+1. Deu 2 anos de amor. Hoje nem eu nem o companheiro somos mais balada, o 1+1 virou 1-1 e eu ganhei umas dores de joelhos intermináveis e ele uma barriguinha. Mas eu dançaria com ele mesmo com os joelhos doloridos, apenas uma vez mais, em nome do passado.

Ultimamente

A primeira semana de Line foi nomal - dormiu e acordou nos horários de sempre.
Da segunda semana em diante tornou-se anormal como ela. A janela aberta carregada de sol da manhã já não a desperta mais; nem a música mais barulhenta do celular tira seu sono.
Seus pais questionam de onde vem tanto sono.
Line culpa os anti-alérgicos, afinal, desde a primeira semana a crise alérgica tá brava!
Na verdade, se Line fosse sincera com as pessoas diria que dormir demais tráz boas lembranças.
Line lembra dos finais de semana de inércia total no número 74 daquela rua que lembra um "U", onde dormir era o critério do plural para descansar da semana agitada.
Quase todos os dias Line sonha com ele. Às vezes os sonhos são bons, às vezes acorda assustada e quer ligar pra saber se está tudo bem. Tem medo de incomodar. Tem medo de demosntrar qualquer sentimento que ainda posso existir. Uma vez mandou uma mensagem e teve como resposta "foi apenas um sonho ruim".
Até hoje não apagou a mensagem. Até hoje não apagou as lembranças.
Line sabe que ninguém ocupará seu lugar (vc é o encaixe perfeito do meu coração -diz a música). A cada dia percebe que é mesmo uma ostra e que não há mais mergulhadores corajosos.
Line também deixou de ser corajosa. Line deixou de lutar. Line não sabe mais sentir.
Line só quer dormir, pois ao dormir o vê perfeitamente feliz. E Line também quer acordar feliz.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

(Coqueiros -Parque do Ibirapuera - SP -Jan/2007)

Ontem começou assim:
Line: Saudade de vc! Bjus
Lu: Curtindo ás férias?
Line: Nada, só depois do dia 20.
Lu: Vem passar uns dias aqui comigo? Vamos na 25!!!
Line: Amo a 25!! As meninas não vão achar ruim?
Lu: Não, pode vir.! Trabalho só de manhã.
Line: Combinado! Ligo antes pra avisar, mas vou sim! Tô precisando de umas férias em São Paulo. Bjus
Lu: Eba!!! Vou esperar! Bjus

Depois de tanto tempo, nada melhor que rever a melhor amiga em outra atmosfera e rir muito da vida. Line vai ter férias de verdade!!!
O sono não vinha essa noite (como tantas outras), a cabeça de Line pipocava assuntos inacabados (para ela, talvez). Sentiu saudade de ver filme na sala e jogar video game (de comprar um cd de jogo que fosse para ela - sem matanças e sem sangue escorrendo pela tela da TV - tão diferente dos dele). Saudade da companhia de final de semena.
Mas o que ela está sentindo? "- Sinto muito, mas não sinto nada, só saudade". Já não consegue mais chorar e não consegue pensar se ainda sobrou amor depois da forma como terminou (tão sutíl, tão sincera).
Falta coragem de ligar e dizer que a ida ao Hopi-Hari ainda está de pé, que ver seu sorrizo lá do alto da montanha russa ia ser bom demais, mas Line não encontra palavras.
A velha foto ainda está lá: a cópia dela no mural na parede, a cópia dele jogada no fundo da gaveta.
Hoje o sentimento dela é áspero com o mundo. Ontem ouviu do chefe "- Você anda muito estressadinha!" ... coitado, não sabe o quanto.
Line se sente só no meio de tanta gente, se sente invisível perante as pessoas.
Ontem vieram usar (de novo e de novo e de novo) seu ombro para desabafar. Line deve ter cara de psicóloga! Mas com quem será que a psicóloga desabafa?
Ninguém vê que Line também quer falar...